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segunda-feira, outubro 03, 2005
sábado, outubro 01, 2005
POEMETO PARA AS PAIXÕES
O amor poderia ser o contra-ponto
da morte. É o o elemento propulsor
de vida e por isso paira, irrequieto,
no ar livre da estrada. Se aterra vem
com ele a revolução dos sentidos.
É por isso que encontramos nas ruas
uma ou outra pessoa com o rosto
escondido, ruborizado de emoção.
Não quer que se saiba que é amada
e anda ao ritmo do bater do coração.
Se estão pensando ainda em Novembro
calam todas as memórias de Agosto;
se se fixam em mil sóis vêem as luas
que os iluminam por dentro, no fundo
de todas as mais delicadas esperanças.
É por isso que Deus protege as paixões
como o faz com o sorriso das crianças.
E nessa verdade, afinal, gira o mundo.
JOSÉ ANTÓNIO GONÇALVES
O amor poderia ser o contra-ponto
da morte. É o o elemento propulsor
de vida e por isso paira, irrequieto,
no ar livre da estrada. Se aterra vem
com ele a revolução dos sentidos.
É por isso que encontramos nas ruas
uma ou outra pessoa com o rosto
escondido, ruborizado de emoção.
Não quer que se saiba que é amada
e anda ao ritmo do bater do coração.
Se estão pensando ainda em Novembro
calam todas as memórias de Agosto;
se se fixam em mil sóis vêem as luas
que os iluminam por dentro, no fundo
de todas as mais delicadas esperanças.
É por isso que Deus protege as paixões
como o faz com o sorriso das crianças.
E nessa verdade, afinal, gira o mundo.
JOSÉ ANTÓNIO GONÇALVES
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