Quando até a voz...
Quando até a voz do pensamento cala,
Me envolve o doce canto de uma prece –
Então te chamo; o meu chamar te abala?
Sairás da fria bruma que te tece?
E a escuridão da noite aclararás
Com teu olhar pacífico e risonho?
Retorna, deixa as sombras para trás,
Para te ver voltar – como num sonho!
Vem lentamente... perto... ainda mais;
Chega sorrindo junto à minha face,
Mostra-me, num suspiro, que és tornada.
Que teu cílios nos meus façam-se laços,
Para que eu sinta um frêmito nos braços –
Para sempre perdida e sempre amada!
Tradução: Luciano Maia
terça-feira, setembro 25, 2012
domingo, setembro 23, 2012
sexta-feira, setembro 21, 2012
quarta-feira, setembro 19, 2012
sexta-feira, setembro 14, 2012
terça-feira, setembro 11, 2012
quinta-feira, setembro 06, 2012
domingo, setembro 02, 2012
Definição menos imperfeita por Mircea Eliade:
"O mito conta uma história sagrada; ele relata um acontecimento ocorrido no tempo primordial, o tempo fabuloso do "princípio". Em outros termos, o mito narra como, graças às façanhas dos Entes Sobrenaturais, uma realidade passou a existir, seja uma realidade total, o Cosmo, ou apenas um fragmento: uma ilha, uma espécie vegetal, um comportamento humano, uma instituição. É sempre, portanto, a narrativa de uma "criação": ele relata de que modo algo foi produzido e começou a ser"
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