"Isso é amor: voar para um céu distante;
fazer uma centena de véus cair a cada instante.
Primeiro, deixar a vida seguir seu curso.
E, finalmente, dar um passo sem os pés."
(RUMI)
sábado, maio 13, 2006
terça-feira, maio 09, 2006
sexta-feira, maio 05, 2006
quinta-feira, maio 04, 2006
Ainda tomaremos um café
Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golf. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e, imediatamente, todos disseram que sim. O professor então, pegou uma caixa de bolas de gude e a esvaziou dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golf. O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim. Em seguida, pegou uma caixa de areia e a esvaziou dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio. O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia. Os estudantes riam da situação, quando o professor falou: "Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas. As bolas de golf são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade. As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo, etc. A areia representa todos as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golf e para as de gude. O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade. Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito,.........Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar. O resto é apenas areia."
Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café. O professor respondeu: " que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo."
Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golf. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e, imediatamente, todos disseram que sim. O professor então, pegou uma caixa de bolas de gude e a esvaziou dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golf. O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim. Em seguida, pegou uma caixa de areia e a esvaziou dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio. O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia. Os estudantes riam da situação, quando o professor falou: "Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas. As bolas de golf são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade. As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo, etc. A areia representa todos as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golf e para as de gude. O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade. Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito,.........Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar. O resto é apenas areia."
Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café. O professor respondeu: " que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo."
quinta-feira, abril 27, 2006
segunda-feira, abril 24, 2006
sábado, abril 22, 2006
"Somos todos hóspedes, mas não use este belo planeta como uma pousada de estação ferroviária. Ele não é uma sala de espera. Ele é o nosso lar por um tempo e será o lar de alguém mais. Não seja tão mesquinho para dizer, 'Eu irei logo - daqui a dez minutos meu trem estará chegando, então quem se importa se eu deixar a sala de espera suja?'
Osho
Osho
terça-feira, abril 11, 2006
Certa vez, um devoto perguntou ao sábio Narada:
"Amado, como fazer para desabrochar as mil pétalas do lótus espiritual* no topo da cabeça?"
O sábio olhou-o com simpatia e respondeu-lhe:
"Como espera conseguir abrir as mil pétalas espirituais da cabeça se não conseguiu abrir até hoje as doze pétalas do lótus espiritual do peito?***
Peça a divina inspiração de Vishnu** e preencha sua alma de amor puro e desinteressado.
Abra os doze raios do amor entre os homens infelizes desse mundo e sirva ao Senhor com modéstia e simpatia. Cada uma das doze pétalas é muito querida de Vishnu. Ele gosta de trabalhar nelas e feliz é o homem que viaja pela vida com o Senhor do amor em seu peito.
Quanto ao topo da cabeça, não se preocupe. Primeiro renda-se ao amor. Depois, na hora certa, Vishnu o guiará na ascensão ao reino das mil luzes.
Por enquanto, una espiritualidade e amor em sua tarefa entre os homens.
Viaje feliz pela vida, pois o Senhor o acompanha dentro do lótus do coração."
OM NAMO NARAYA NAYA.
"Amado, como fazer para desabrochar as mil pétalas do lótus espiritual* no topo da cabeça?"
O sábio olhou-o com simpatia e respondeu-lhe:
"Como espera conseguir abrir as mil pétalas espirituais da cabeça se não conseguiu abrir até hoje as doze pétalas do lótus espiritual do peito?***
Peça a divina inspiração de Vishnu** e preencha sua alma de amor puro e desinteressado.
Abra os doze raios do amor entre os homens infelizes desse mundo e sirva ao Senhor com modéstia e simpatia. Cada uma das doze pétalas é muito querida de Vishnu. Ele gosta de trabalhar nelas e feliz é o homem que viaja pela vida com o Senhor do amor em seu peito.
Quanto ao topo da cabeça, não se preocupe. Primeiro renda-se ao amor. Depois, na hora certa, Vishnu o guiará na ascensão ao reino das mil luzes.
Por enquanto, una espiritualidade e amor em sua tarefa entre os homens.
Viaje feliz pela vida, pois o Senhor o acompanha dentro do lótus do coração."
OM NAMO NARAYA NAYA.
domingo, abril 09, 2006
quarta-feira, abril 05, 2006
Eros é a água
o mar revela-me estranhos recifes
rochas erguidas corais altaneiros
contra a minha gruta de búzios concha nácar
o teu molusco de sal persegue a corrente
a pequena água inventa-me barbatanas
mar da noite com luas submersas
tua ondulação brusca de polvo congestionado
acelera nas minhas guelras um latejar de esponja
e os cavalos minúsculos flutuam entre gemidos
enredados em longos pistilos de medusa.
Amor entre golfinhos
aos altos lança-te sobre o meu flanco leve
recebo-te sem ruído olho-te entre bolhas
cerco o teu riso com a minha boca espuma
ligeireza da água oxigênio de tua vegetação de clorofila
a coroa de lua abre espaço ao oceano.
Dos olhos prateados
flui longo olhar final
e erguemo-nos do corpo aquático
somos carne outra vez
uma mulher e um homem
entre as rochas.
Gioconda Belli
Entre as tuas pernaso mar revela-me estranhos recifes
rochas erguidas corais altaneiros
contra a minha gruta de búzios concha nácar
o teu molusco de sal persegue a corrente
a pequena água inventa-me barbatanas
mar da noite com luas submersas
tua ondulação brusca de polvo congestionado
acelera nas minhas guelras um latejar de esponja
e os cavalos minúsculos flutuam entre gemidos
enredados em longos pistilos de medusa.
Amor entre golfinhos
aos altos lança-te sobre o meu flanco leve
recebo-te sem ruído olho-te entre bolhas
cerco o teu riso com a minha boca espuma
ligeireza da água oxigênio de tua vegetação de clorofila
a coroa de lua abre espaço ao oceano.
Dos olhos prateados
flui longo olhar final
e erguemo-nos do corpo aquático
somos carne outra vez
uma mulher e um homem
entre as rochas.
quinta-feira, março 30, 2006
Julgamento
(adaptação de Venice Sant´Anna)
Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento, procurou-se um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que provasse sua inocência.
Disse-lhe o juiz:
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. Vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá o seu destino.
Sem que o acusado visse, o juiz preparou dois papéis, mas em ambos escreveu "CULPADO", de maneira que não existiria nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não haveria saída! Não haveria alternativas para o pobre homem!
O juiz colocou os dois papéis sobre uma mesa e mandou o acusado escolher um deles.
O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a armação do juiz, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou-o na boca, engolindo-o.
Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
- Mas o que você fez? E agora?
- É muito simples! - respondeu o homem. Basta olhar o pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário. Imediatamente o homem foi libertado.
MORAL DA HISTÓRIA : por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar numa solução positiva e favorável, até o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar! Persista, vá em frente! Apesar de tudo e de todos, creia que você pode conseguir.
(adaptação de Venice Sant´Anna)
Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento, procurou-se um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que provasse sua inocência.
Disse-lhe o juiz:
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. Vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá o seu destino.
Sem que o acusado visse, o juiz preparou dois papéis, mas em ambos escreveu "CULPADO", de maneira que não existiria nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não haveria saída! Não haveria alternativas para o pobre homem!
O juiz colocou os dois papéis sobre uma mesa e mandou o acusado escolher um deles.
O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a armação do juiz, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou-o na boca, engolindo-o.
Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
- Mas o que você fez? E agora?
- É muito simples! - respondeu o homem. Basta olhar o pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário. Imediatamente o homem foi libertado.
MORAL DA HISTÓRIA : por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar numa solução positiva e favorável, até o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar! Persista, vá em frente! Apesar de tudo e de todos, creia que você pode conseguir.
quarta-feira, março 22, 2006
sábado, março 18, 2006
sexta-feira, março 17, 2006
segunda-feira, março 13, 2006
sexta-feira, março 10, 2006
segunda-feira, março 06, 2006
sábado, março 04, 2006
Ladies and Gentlemen:
The Rutles
You brought me love and taught me how to smile
You picked me up when I was feeling blue
From now on my future is worthwhile
The Rutles
- It's Looking Good
- (Nasty/McQuickly)
You brought me love and taught me how to smile
You picked me up when I was feeling blue
From now on my future is worthwhile
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
Now that you have given me reason to live
I will stay forever by your side
And give you all the loving I can give
Just say the word and be my bride
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
I'm not throwing caution to the winds, oh, no
Love is not an easy game to play
Though I may not be a man of words, yeah, yeah
There is one thing I feel obliged to say
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
It's looking good
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