sexta-feira, abril 23, 2010
quarta-feira, abril 14, 2010
Jogos da Mente
John Lennon
Estamos jogando esses jogos da mente juntos
Expandindo as limitações, plantando as sementes
Bancando os guerrilheiros da mente
Entoando o mantra paz na terra
Andamos todos jogando
esses jogos da mente por uma eternidade
Alguma espécie de figura druida levantando o véu
Fazendo a guerrilha da mente
Alguns chamam de mágica, a busca pelo graal
Amor é a resposta e você sabe disso com certeza
O amor é uma flor
Você precisa deixa-lo, você precisa deixa-lo crescer
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fé no futuro, saindo do agora
Você não consegue bater nesses guerrilheiros da mente
Completamente em outro lugar
dentro das rochas de sua mente
É, estamos jogando
aqueles jogos da mente juntos eternamente
Projetando nossa imagem no espaço e no tempo
Sim é a resposta e você sabe disso com certeza
Sim é se render, você precisa deixa-lo,
você precisa deixa-lo ir
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fazendo a dança ritual ao sol
Milhões de guerrilheiros da mente
Colocando o poder da alma na roda cármica
Continue jogando aqueles jogos da mente eternamente
Elevando o espírito de paz e amor
Amor...
Eu quero que você faça amor, não guerra
Eu sei que você já ouviu isso antes
Mind Games – Jogos da Mente é brincar com o psique de uma pessoa. Fazer uma lavagem cerebral em alguém é essencialmente uma forma de jogo da mente. No caso, o poeta sugere o uso da tática para fins pacifistas, sugerindo a todos visualizar um futuro positivo como parte do processo de conquistá-lo. Ideologicamente sugerindo um exercito de civis, que ele chama de guerrilheiros da mente, que nós o povo nos tornariamos, caso utilizassemos desta tática.
Fonte:
Whiplash
John Lennon
Estamos jogando esses jogos da mente juntos
Expandindo as limitações, plantando as sementes
Bancando os guerrilheiros da mente
Entoando o mantra paz na terra
Andamos todos jogando
esses jogos da mente por uma eternidade
Alguma espécie de figura druida levantando o véu
Fazendo a guerrilha da mente
Alguns chamam de mágica, a busca pelo graal
Amor é a resposta e você sabe disso com certeza
O amor é uma flor
Você precisa deixa-lo, você precisa deixa-lo crescer
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fé no futuro, saindo do agora
Você não consegue bater nesses guerrilheiros da mente
Completamente em outro lugar
dentro das rochas de sua mente
É, estamos jogando
aqueles jogos da mente juntos eternamente
Projetando nossa imagem no espaço e no tempo
Sim é a resposta e você sabe disso com certeza
Sim é se render, você precisa deixa-lo,
você precisa deixa-lo ir
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fazendo a dança ritual ao sol
Milhões de guerrilheiros da mente
Colocando o poder da alma na roda cármica
Continue jogando aqueles jogos da mente eternamente
Elevando o espírito de paz e amor
Amor...
Eu quero que você faça amor, não guerra
Eu sei que você já ouviu isso antes
Mind Games – Jogos da Mente é brincar com o psique de uma pessoa. Fazer uma lavagem cerebral em alguém é essencialmente uma forma de jogo da mente. No caso, o poeta sugere o uso da tática para fins pacifistas, sugerindo a todos visualizar um futuro positivo como parte do processo de conquistá-lo. Ideologicamente sugerindo um exercito de civis, que ele chama de guerrilheiros da mente, que nós o povo nos tornariamos, caso utilizassemos desta tática.
Fonte:
Whiplash
quarta-feira, março 31, 2010
LOSANGO CAQUI (XXII)
A manhã roda macia a meu lado
Entre arranha-céus de luz
Construídos pelo milhor engenheiro da Terra.
Como êle deixou longe as renascenças do snr. dr. Ramos de Azevedo!
De que valem a Escola Normal o Théâtre Municipal de l'Opéra
E o sinuoso edifício dos Correios-e-Telégrafos
Com aquêle relógio-diadema made inexpressively?
Na Paulicea desvairada das minhas sensações
O Sol é o snr. engenheiro oficial.
MOMENTO
Ninguém ignora a inquietação do clima paulistano…
Pois tivemos hoje uma arraiada fresca de neblina.
Depois do calorão duma noite maldita, sem sono,
Uma neblina leviana desprendeu das nuvens lisas
E pousou um momentinho sôbre o corpo da cidade.
Ôh como era boa, e o carinho que teve pousando!
Não espantou, não bateu asa, não fez nenhuma bulha,
Veio, que nem beijo de minha mãi si estou enfezado
Vem mansinho, sem medo de mim, e poisa na minha testa.
Assim neblina fez, e o sopro dela acalmou as penas
Desta cidade histórica, desta cidade completa,
Cheia de passado e presente, berço nobre onde nasci.
Os beijos de minha mãi são tal-e-qual a neblina madruga…
Meu pensamento é tal-e-qual São Paulo, é histórico e completo
É presente e passado e dele nasce meu ser verdadeiro…
Vem, neblina, vem! Beija-me, sossega-me o meu pensamento!
Mário de Andrade (1893-19450)
A manhã roda macia a meu lado
Entre arranha-céus de luz
Construídos pelo milhor engenheiro da Terra.
Como êle deixou longe as renascenças do snr. dr. Ramos de Azevedo!
De que valem a Escola Normal o Théâtre Municipal de l'Opéra
E o sinuoso edifício dos Correios-e-Telégrafos
Com aquêle relógio-diadema made inexpressively?
Na Paulicea desvairada das minhas sensações
O Sol é o snr. engenheiro oficial.
MOMENTO
Ninguém ignora a inquietação do clima paulistano…
Pois tivemos hoje uma arraiada fresca de neblina.
Depois do calorão duma noite maldita, sem sono,
Uma neblina leviana desprendeu das nuvens lisas
E pousou um momentinho sôbre o corpo da cidade.
Ôh como era boa, e o carinho que teve pousando!
Não espantou, não bateu asa, não fez nenhuma bulha,
Veio, que nem beijo de minha mãi si estou enfezado
Vem mansinho, sem medo de mim, e poisa na minha testa.
Assim neblina fez, e o sopro dela acalmou as penas
Desta cidade histórica, desta cidade completa,
Cheia de passado e presente, berço nobre onde nasci.
Os beijos de minha mãi são tal-e-qual a neblina madruga…
Meu pensamento é tal-e-qual São Paulo, é histórico e completo
É presente e passado e dele nasce meu ser verdadeiro…
Vem, neblina, vem! Beija-me, sossega-me o meu pensamento!
Mário de Andrade (1893-19450)
segunda-feira, março 29, 2010
DA MINHA ALDEIA vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver.
Alberto Caeiro, em "O Guardador
de Rebanhos".
domingo, fevereiro 28, 2010
Procuro um gato, nesse mundo cão
Um candidato à vaga do meu coração!
Não precisa ser rico, basta me amar
Mas se tiver alguns dólares, não vou chorar!
Papai do Céu, me dá um namorado
Lindo, fiel, gentil e tarado
Xuxu, xuxuzinho
Par de vaso
Minha uva, meu vinho
Um piquenique numa ilha
Hulla-hulla, maravilha
Sem telefone, sem ninguém
You Tarzan, Me Jane
Um anel no dedo
Um marido na mão
...
Xuxuzinho
Rita Lee - Roberto de Carvalho
Um candidato à vaga do meu coração!
Não precisa ser rico, basta me amar
Mas se tiver alguns dólares, não vou chorar!
Papai do Céu, me dá um namorado
Lindo, fiel, gentil e tarado
Xuxu, xuxuzinho
Par de vaso
Minha uva, meu vinho
Um piquenique numa ilha
Hulla-hulla, maravilha
Sem telefone, sem ninguém
You Tarzan, Me Jane
Um anel no dedo
Um marido na mão
...
Xuxuzinho
Rita Lee - Roberto de Carvalho
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